Atuação

Neurocirurgia oncológica e cirurgia de coluna:
áreas de atuação da Dra. Ana Lucia

Duas grandes áreas da neurocirurgia com um ponto em comum: casos em que a decisão cirúrgica exige avaliação cuidadosa, planejamento preciso e experiência específica na condição do paciente.

Neuro-oncologia

Tumores cerebrais

A neurocirurgia oncológica cerebral é a subespecialidade voltada ao tratamento cirúrgico de tumores que afetam o cérebro e suas estruturas. O objetivo varia conforme o tipo e a localização do tumor: ressecção completa, retirada parcial ou biópsia para diagnóstico histológico.

Tipos de tumores tratados

  • Primários: glioblastoma, astrocitoma, meningioma, adenoma hipofisário, schwannoma
  • Metastáticos: metástases de pulmão, mama, melanoma e cólon

Técnicas utilizadas

  • Microcirurgia cerebral com microscópio de alta magnificação
  • Neuronavegação em tempo real baseada em imagens pré-operatórias
  • Monitorização intraoperatória das funções neurológicas
  • Integração com oncologia e radioterapia no planejamento
Ilustração de tumor cerebral — neurocirurgia oncológica e ressecção com microscópio cirúrgico
Ilustração de tumor de coluna vertebral — cirurgia de descompressão e estabilização da coluna
Neuro-oncologia

Tumores de coluna vertebral

Tumores da coluna vertebral podem originar-se no próprio tecido vertebral (primários) ou chegar pela via metastática (secundários). A cirurgia é indicada quando há compressão medular, instabilidade estrutural ou necessidade de biópsia.

1
Descompressão medular e ressecção tumoral

Remoção ou redução da massa que comprime as estruturas nervosas. A extensão depende do tipo de tumor e da possibilidade técnica sem dano irreversível.

2
Estabilização vertebral pós-ressecção

Quando a ressecção compromete a estabilidade mecânica da coluna, a instrumentação vertebral (parafusos e hastes) restaura essa estabilidade.

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Acompanhamento integrado com oncologia

O tratamento frequentemente combina cirurgia com radioterapia e tratamento sistêmico. O planejamento é feito com a equipe oncológica responsável.

Coluna minimamente invasiva

Cirurgia endoscópica de coluna

Acesso mínimo, menor agressão muscular, recuperação mais rápida em casos selecionados.

A cirurgia endoscópica utiliza um endoscópio de pequeno diâmetro introduzido por incisão mínima, sem descolamento muscular extenso. Comparada à cirurgia aberta, resulta em menos dor pós-operatória e internação mais curta na maioria dos casos.

Condições tratadas

  • Hérnia de disco lombar com compressão de raiz nervosa
  • Hérnia de disco cervical selecionada
  • Estenose foraminal lombar
  • Estenose do canal vertebral em casos selecionados
A cirurgia endoscópica tem indicações específicas. Casos com instabilidade vertebral, necessidade de fusão ou hérnias muito volumosas podem exigir abordagem convencional. A indicação é definida após avaliação individual.

O que esperar da recuperação

1–2
Dias de internação

Alta hospitalar em 1 a 2 dias em casos sem complicações.

2–3
Semanas para atividades leves

Retorno às atividades leves possível em 2 a 3 semanas.

Os prazos variam conforme o procedimento e o perfil do paciente.

Coluna

Dor lombar crônica e hérnia de disco

Quando a cirurgia é considerada

A maioria dos episódios de hérnia de disco e dor lombar melhora com tratamento conservador. A cirurgia é avaliada quando:

  • O tratamento conservador não produziu melhora no período esperado
  • Há déficit neurológico progressivo (fraqueza, perda de sensibilidade)
  • A dor é incapacitante e compromete atividades básicas de forma persistente
  • Há síndrome da cauda equina (emergência cirúrgica)
A indicação cirúrgica não é baseada apenas na imagem.

Uma hérnia visível na ressonância magnética não significa, por si só, que a cirurgia é necessária. A Dra. Ana Lucia avalia o diagnóstico por imagem junto com o exame neurológico atual e o impacto real na vida do paciente.
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Segunda opinião

Quando buscar uma segunda opinião

A segunda opinião é recomendada sempre que a indicação cirúrgica não for uma emergência e o paciente tiver dúvidas sobre o diagnóstico ou a conduta proposta.

Quando é especialmente relevante

Diagnóstico de tumor cerebral ou de coluna · indicação de artrodese (fusão vertebral) · cirurgia que o paciente não compreendeu completamente · divergência entre sintomas e diagnóstico recebido.

Como funciona a consulta

A consulta segue o mesmo formato da consulta inicial: anamnese, exame neurológico e análise dos exames disponíveis. A avaliação é independente e parte do zero — sem presumir o diagnóstico anterior.

O que levar na consulta de segunda opinião

Exames de imagem impressos ou digitalizados (RM, TC)
Laudos radiológicos
Relatório ou carta do médico anterior com diagnóstico e conduta proposta
Lista de medicamentos em uso e histórico de tratamentos anteriores
Agendamento

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Primeira consulta de 45 a 60 minutos.
Sem necessidade de encaminhamento. Particular, presencial ou online.